Marketing deixou de ser “importante”. Passou a ser responsável.

O marketing que cresce não é só mais criativo.
É o mais conectado ao negócio.

Existe um problema silencioso acontecendo dentro das empresas.
E quase ninguém está dizendo isso em voz alta.

Marketing não está mais evoluindo.
Marketing está sendo julgado.

Durante anos, ele foi tratado como criatividade, alcance e engajamento.
Curtidas, visualizações, tráfego e relatórios bonitos.

Esse ciclo acabou.

Hoje, marketing responde a perguntas muito mais duras:

Quanto isso gera de receita?
Quanto tempo leva para virar venda?
Qual o impacto real no pipeline?

Não é uma mudança de discurso.
É uma mudança de responsabilidade.


ROI, eficiência e previsibilidade viraram obsessão

O contexto mudou.

Orçamentos estão mais vigiados.
Metas ficaram mais agressivas.
E a paciência com métricas de vaidade praticamente zerou.

Marketing deixou de ser “importante”.
Passou a ser responsável.

Responsável por justificar investimento.
Responsável por sustentar crescimento.
Responsável por provar impacto real no negócio.

Quando o caixa aperta, marketing é o primeiro a ser questionado.
E só permanece quem consegue responder com números, não com narrativas criativas.

Quem ainda opera marketing como função de apoio institucional está ficando caro.
E caro, hoje, é imperdoável.


A mudança real de canais: busca, social, vídeo curto e conversa

A atenção mudou de lugar.
E quem não percebeu está insistindo em um jogo que já virou outro.

A busca tradicional perdeu exclusividade.
As pessoas consomem, aprendem e decidem dentro de redes sociais, vídeos curtos e, cada vez mais, em conversas diretas.

Vídeo curto deixou de ser conteúdo de topo.
Virou mecanismo direto de geração de demanda.

WhatsApp, chat e automações deixaram de ser suporte.
Passaram a ser front de vendas.

O funil deixou de ser linear.
Hoje ele é fragmentado, humano e conversacional.

Lead não quer preencher formulário.
Lead quer conversar.

Quem insiste em operar com lógica antiga vê o CAC subir
e chama isso de “mercado difícil”.

Não é o mercado.
É o modelo mental.


IA não é vantagem competitiva. Processo é.

IA virou pauta obrigatória.
Mas não virou diferencial.

Quase todo mundo já usa IA.
Poucos usam bem.

IA acelera quem tem método.
IA expõe quem não tem processo.

Sem governança, ela vira ruído produtivo.
Com estrutura, vira ganho real de eficiência, velocidade e margem.

O erro não é usar IA.
O erro é achar que ela substitui estratégia.

IA não decide prioridade.
Não constrói narrativa.
Não desenha modelo de crescimento.

Ela só amplifica o que já existe.
Se o processo é fraco, ela apenas acelera o erro.


Marketing e Vendas: o gap que ainda gera oportunidade

Apesar de todo discurso moderno, marketing e vendas ainda operam separados na maioria das empresas.

Métricas diferentes.
Linguagens diferentes.
Objetivos desalinhados.

Marketing fala de leads.
Vendas fala de fechamento.

E aqui está uma das maiores oportunidades do jogo.

Empresas que alinham definição de lead, SLA, handoff e feedback loop não apenas vendem mais.
Elas vendem com previsibilidade.

Marketing deixa de “gerar leads”.
Passa a gerar negócios.

Quando marketing entende pipeline, ciclo de venda e gargalos comerciais, ele deixa de ser suporte.
Vira infraestrutura de crescimento.


O novo papel do marketing nos próximos anos

O marketing que cresce não é o mais criativo.
É o mais conectado ao negócio.

O futuro não pertence a quem posta mais, anuncia mais ou usa mais ferramentas.
Pertence a quem entende que marketing é engenharia de crescimento, não produção de conteúdo.

Ou você constrói pipeline.
Ou você explica por que não construiu.

Na Blackbourne, essa não é uma opinião.
É um critério operacional.

Marketing que não gera impacto real no negócio deixa de ser estratégico.
Vira custo questionável.

E o mercado já começou a fazer essa conta.


Diagnóstico de Marketing orientado a Receita

Se o seu marketing gera atividade, mas não gera previsibilidade de receita, o problema não é volume.
É conexão com o negócio.

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Vamos analisar processos, canais, integração com vendas e impacto real no pipeline.

Sem discurso.
Sem métrica de vaidade.
Com clareza sobre o que sustenta crescimento.

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